Os vinhos têm
preferencialmente origem na produção vitivinícola de duas Quintas, que estão
situadas no coração da região delimitada a norte pela Serra da Gardunha e a sul
pelo rio Tejo, habitualmente já referenciada como o Alentejo da Beira Interior.
A região de
Castelo Branco é por excelência uma zona de transição, não só pelas suas
características micro climáticas mas também pelas características dos seus
solos.
Por este facto a Quinta de Santo Isidro, situada a norte na freguesia de Tinalhas, é caracterizada por um solo de arenitos enquanto que na Quinta da Felicidade, situada a sul na freguesia de Cebolais de Cima, já predominam os xistos-argilosos.
O mesmo microclima mas solos diferenciados determinam uma multiplicidade de aromas e sabores únicos, só possíveis nesta região que agora desperta para a produção de vinhos que, com a idade das cepas, se irão revelar como uma referência no panorama vinícola nacional.
Neste cenário ideal para a produção de vinhos de qualidade, logo no seu primeiro ano de produção, 2008, o vinho mereceu o reconhecimento da sua qualidade pela CVRBI – Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior, e a consequente certificação DOC – Denominação de Origem Controlada.
A qualidade da colheita de 2008 foi confirmada no III Concurso de Vinhos da Beira Interior 2010, com a atribuição de Medalha de Ouro ao Adega do Alto Tejo Reserva 2008 e da Menção Honrosa ao Adega do Alto Tejo Selecção 2008.
A colheita de 2009 mereceu também o reconhecimento da sua qualidade pela CVRBI, e a consequente certificação DOP - Denominação de Origem Protegida.
Esta teve a sua origem em cuidadas vinhas saudáveis e também numa esmerada selecção, de cachos na vinha e dos bagos em mesa vibratória após o desengace e pela indispensável vinificação em lagares e cubas de inox com temperatura controlada, tanto na fase da maceração como também quando da fermentação.
No entanto, sem Enólogos de referência, também não seria possível concretizar a qualidade evidenciada por todos os vinhos da colheita de 2008 e agora de 2009. Para isso, temos o privilégio de poder contar com dois Amigos, profissionais de referência na enologia nacional, equipa representada por António Selas, em que o conhecimento e a experiência estão intimamente ligados, como o atestam os vinhos de eleição que têm as suas assinaturas, em todas as regiões de Portugal.
Da colheita de 2008 foi possível obter 1 vinho Branco e 4 Tintos.
Na colheita de 2009 foi possível obter 3 vinhos Tintos.